Acima a escritora faz uma cocada na Fazenda Monte Alegre de propriedade de sue cunhado José Apirineu de Andrade e sua irmã Carmelita.
Nesta imagem Gelza faz para mais de 30 pessoas uma grande porção da sua farofa especial. Esta receita pode ser encontrada no seu livro A COZINHEIRA NÔMADE.
Aqui está um prato feito com hortaliças sem agrotóxicos direto da horta.
A família reunida no almoço: irmãs, sobrinhas e sobrinhos netos.
Na fazenda as hortaliças são macias e saborosas.
A escritora também fez um bolo de aniversário para as irmãs Anivalda e Deijanira. Ambas festejam o nascimento na mesma semana. Julho de 2012.
Neste espaço virtual você encontrará tudo sobre a Arte, Ensino, culinária inédita, curiosidades, literatura Brasileira e mundial; bem como variedades em pesquisas
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Vitamina Matinal Funcional - Por Gelza Reis Cristo
Tomar em jejum a seguinte vitamina:
suco de três laranjas pera
uma fatia de beringela com a casca
uma colher de sopa de linhaça dourada
seis morangos ou uma fatia de mamão papaya
pode ser um tomate sem pele e sem semente como substituto caso falte a fruta vermelha
pode ser uma porção de amora caso não tenha o morango
uma colher de sobremesa de quinoa
uma colher de sobremesa de gergelin ou aveia em dias alternados
seis amendoas ou quatro nozes.
Modo de fazer: leve o suco de laranja e os demais ingredientes para o liquidificador e bater até formar um creme.
Depoimento da autora:
Aos 45 anos eu estava com anemia e muito cansaço. A menstruação havia desaparecido. Meu médico me recomendou um tratamento para a menopausa a base de isoflavona mais calcio. E constatou por meio de exames que eu estava anêmica. Comecei a ler artigos sobre dietas e menopausa. Em meio a tantas informações li também, o livro A DIETA DO ABDOMEM de um médico norte americano. Depois selecionei os ingredientes da vitamina funcional matinal; criada por mim e comecei a tomá-la diariamente. O que melhorou? Fui ficando cada vez mais resistente aos resfriados, o intestino melhorou (é o meu activia), a anemia acabou e nunca sofri com os calores da fase. Hoje estou com 55 anos e 10 anos tomando diariamente esta vitamina e não abandono por nenhuma outra. Adote esta receita e seja feliz.
Gelza Reis Cristo
suco de três laranjas pera
uma fatia de beringela com a casca
uma colher de sopa de linhaça dourada
seis morangos ou uma fatia de mamão papaya
pode ser um tomate sem pele e sem semente como substituto caso falte a fruta vermelha
pode ser uma porção de amora caso não tenha o morango
uma colher de sobremesa de quinoa
uma colher de sobremesa de gergelin ou aveia em dias alternados
seis amendoas ou quatro nozes.
Modo de fazer: leve o suco de laranja e os demais ingredientes para o liquidificador e bater até formar um creme.
Depoimento da autora:
Aos 45 anos eu estava com anemia e muito cansaço. A menstruação havia desaparecido. Meu médico me recomendou um tratamento para a menopausa a base de isoflavona mais calcio. E constatou por meio de exames que eu estava anêmica. Comecei a ler artigos sobre dietas e menopausa. Em meio a tantas informações li também, o livro A DIETA DO ABDOMEM de um médico norte americano. Depois selecionei os ingredientes da vitamina funcional matinal; criada por mim e comecei a tomá-la diariamente. O que melhorou? Fui ficando cada vez mais resistente aos resfriados, o intestino melhorou (é o meu activia), a anemia acabou e nunca sofri com os calores da fase. Hoje estou com 55 anos e 10 anos tomando diariamente esta vitamina e não abandono por nenhuma outra. Adote esta receita e seja feliz.
Gelza Reis Cristo
domingo, 5 de agosto de 2012
Wanderley Bahia
Estive na cidade de Wandeley no oeste da bahia e colhi muito calor humano e estilo de vida diferenciado das grandes cidades. Os alimentos são colhidos da horta sem nenhum agrotoxico. Há um grande consumo de carne tanto branca quanto vermelha. O diferencial é que os animais são mortos pelo próprio dono da fazenda e consumidos entre as famílias. Tudo higienizado e armazenado no freezer. Hoje todas as fazendas desfrutam das novas tecnologias. Se em 1972 o gado morria de fome e sede hoje isso já não acontece. Até mesmo o pequeno fazendeiro fabrica de modo artesanal a ração para o seu rebanho. E apesar da seca de mais de seis meses o gado continua produzindo o leite que vai para o laticínio mais próximo.
Por Gelza Reis Cristo
Por Gelza Reis Cristo
terça-feira, 12 de junho de 2012
O CENÁRIO VIVO E A ARENA TEATRAL
(por Gelza
Reis Cristo)
Estamos em
São Vicente
É vinte e dois de janeiro
O Gonzaguinha inteiro
Não quer ficar ausente
A multidão na expectativa
Do espetáculo da noite que virá
Os ambulantes estão na ativa
E ao grande público nada faltará
Fim de tarde e a fila está gigante
A Praça Tom Jobim toda colorida
De gente sarada e triunfante
A espera na escadaria comprida
O tempo passa e a demora acontece
Natural e harmônica como a música
Que vibra o instante e enaltece
Corações pela festa bela e rica
Do morador vicentino alegre
Afinal, os fogos brilham no céu e
Quase sempre com garoa fina
Tudo na natureza é divino
Nesse instante nasce a primeira vila!
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
PROJETO PARA ESCOLAS ESTADUAIS
ATENÇÃO: Este livro A Cozinheira Nômades encontra-se a venda por um preço especial na livraria do shopping BRISAMAR EM SÃO VICENTE-SP. Ajude a autora a lançar outras edições.
E. E. PROFº LUIZ D’AUREA
PROJETO
BRINCAR COM GÊNEROS NA COMUNICAÇÃO
MATÉRIAS
Português; Artes; Leitura e Produção de Texto; Inglês; Geografia; História; Ciências etc. ANO: 2010
PROJETO Brincar com Gêneros na Comunicação
EXECUTORES Josefa Reis Santos Cristo e demais professores engajados no projeto
ESCOLA E. E. Profº Luiz D’Aurea
PÚBLICO-ALVO Ensino Médio; e Ensino Fundamental (7ª, 8ª e 1ª,2ª e 3ª)
PROFESSOR RESPONSÁVEL Josefa Reis Santos Cristo e demais professores engajados no projeto
PERÍODO DE REALIZAÇÃO Ano Letivo de 2010
BRICAR. V. Int. Divertir-se; entreter-se; dizer ou fazer algo por brincadeira; tremer; oscilar; agitar-se; mexer; ocupar-se; tomar parte em...; enfeitar; ornamentar; dizer ou fazer por brincadeira; coisa feita com muito primor; brincar sem maior esforço como quem não quer...
“Ao educador não é permitida a acomodação ou a certeza de que domina todos os conhecimentos, de que está tudo pronto e acabado. Pelo contrário, é necessária a humildade do aprendiz e a disposição para mudar, voltar atrás, recomeçar sempre...” (Yamamura)
I. JUSTIFICATIVA
1º - Por que ensinar o gosto pela ARTE? Seja ela ler e escrever; desenhar; poetar; cantar ou dançar etc.
O aluno não quer somente o caderno sobre a carteira e um olhar sobre a lousa sempre cheia. Ele tem pressa de participar da vida, movimentar-se.
2º -Qual a perspectiva desse projeto numa escola com tanta diversidade?
Movimentar o discente em qualquer período, seja manhã ou tarde. Desse modo ele pode conhecer e trabalhar com habilidades e competências que venham a favorecer a sua autoestima. Podemos dizer que a nossa intenção é resgatar o aluno escritor como também o artista adormecido dentro de cada um desses jovens da Escola Pública .
3º - Qual a contribuição desse projeto para os alunos?
Fazer valer o Projeto de Democratização das Escolas; Projeto de Inclusão Social, e principalmente o Projeto da Proposta Curricular do Estado de São Paulo.”A escola que aprende, o currículo como espaço de cultura, as competências como eixo de aprendizagem; a prioridade da competência de leitura e escrita, a articulação das competências para aprender e a contextualizar no mundo do trabalho”.
4º - As competências como referência; modos de ser, raciocinar, interagir. A interação entre alunos de outras séries; professores engajados “comunidade aprendente”.
5º - Trabalhar as linguagens nos seus sistemas simbólicos, códigos que se multiplicam, pois os meios de comunicação estão repletos de gráficos, desenhos, fotografias, como também os diversos gêneros sejam esses por meio da escrita, da charge e do desenho.
6º - Trabalhar em grupo e poder unir numa mesma Antologia a produção textual no gênero crônica, por exemplo, de todas as séries em um único CD ou caderno; e também faremos outros cadernos no gênero Poemas; Letras de Música; Desenhos; Artigos; fotografia; charge; quadrinhos; peças de teatro. Haverá também o caderno de pesquisas. Em todos os trabalhos deverá constar a biografia de cada aluno com foto.
III OBJETIVOS GERAIS
1. Este projeto tem por objetivo desenvolver as competências e habilidades do aluno bem como o desenvolvimento da norma culta da Língua Portuguesa assim como a sua capacidade criadora;
2. As atividades aqui mencionadas serão realizadas dentro ou fora da sala de aula, como no pátio da escola caso haja alguma apresentação do resultado final dos trabalhos.
3. Para a autonomia do discente é necessário antes de tudo formar um leitor; portanto, valorizar o conhecimento do mundo como forma única de evolução do homem é uma meta urgente se quisermos o melhor para os nossos alunos;
4. Resgatar a descrença do aluno da escola pública com relação ao seu futuro. O que podemos esperar da nova escola?
5. Aprender de formar disciplinar a lidar com os computadores como uma máquina facilitadora na estética do produto final de cada gênero;
6. Conhecer os diversos gêneros e trabalhar dentro deles uma ou mais tipologia, técnicas de redação etc.
7. Conviver na comunidade aprendente e comunicar-se;
8. Abraçar a ética e a disciplina como forma de amenizar a violência nos centros urbanos;
9. Investigar e intervir em situações reais e abraçar a vida com sensibilidade, alegria, emoção e muito amor;
10. Acreditar na força dos homens quando LIBERDADE é uma palavra usada e escrita na forma de ações recheadas de entusiasmo pelos jovens ante a tecnologia do mundo globalizado.
V. RECURSOS MATERIAIS
Sala de aula, sala de informática, caderno espiral, caderno de desenho, giz, lousa, computador; dicionário, som; câmera digital, figurino (caso tenha alguma apresentação teatral, CD, xérox dos trabalhos, encadernação.
VI. RECURSOS HUMANOS
Alunos e professores engajados; coordenação; direção.
VII. METODOLOGIA
Cooperar com o grupo de professores engajados;
Aula expositiva com textos nos diversos gêneros;
Leitura e ensaios;
Escolha de temas;
Trabalhar as tipologias;
Reescrever, reelaborar as atividades quando necessário;
Reinventar;
“...O necessário é fazer da escola uma comunidade de escritores que produzem seus próprios textos para mostrar suas idéias, para informar sobre fatos que os destinatários necessitam ou devem conhecer para incitar seus leitores...) [Delia Lerner, Ler e Escrever na Escola, o real, o possível e o necessário.]
VIII. CRONOGRAMA
Calendário Escolar ano 2010
PARTE IX– Considerações Finais
Este projeto foi uma ação de planejamento visando às novas tendências educacionais com objetivos de tornar a educação brasileira uma realidade de primeiro mundo. Embora saibamos que ainda temos um árduo caminho a percorrer, nada temos a perder caso a tentativa da realização desse projeto interdisciplinar tenha sido vã.
Na verdade, o nosso objetivo educacional é fazer rolar as pedras que por ventura estejam presas ao solo da acomodação.
X. BIBLIOGRAFIA
Proposta Curricular do Estado de São Paulo;
LERNER, Delia.Ler e Escrever na escola o real, o possível e o necessário, Artemed 2002. Porto Alegre.
Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa, volume 2
Proença Filho, Domicílio. A Linguagem Literária. 6 ed., Editora Ática, 1997.
Lajolo, Marisa. O Que É Literatura. 17 ed., Editora Brasiliense, 1995.
De Sá, Jorge. A Crônica. 6 ed., Editora Ática, 1999.
Nóvoa, Antonio. As Organizações Escolares em Análise. Publicações Dom Quixote, 1995
Masetto, Tarcísio. Didática: A Aula Como Centro. Editora FTD.
E. E. PROFº LUIZ D’AUREA
PROJETO
BRINCAR COM GÊNEROS NA COMUNICAÇÃO
MATÉRIAS
Português; Artes; Leitura e Produção de Texto; Inglês; Geografia; História; Ciências etc. ANO: 2010
PROJETO Brincar com Gêneros na Comunicação
EXECUTORES Josefa Reis Santos Cristo e demais professores engajados no projeto
ESCOLA E. E. Profº Luiz D’Aurea
PÚBLICO-ALVO Ensino Médio; e Ensino Fundamental (7ª, 8ª e 1ª,2ª e 3ª)
PROFESSOR RESPONSÁVEL Josefa Reis Santos Cristo e demais professores engajados no projeto
PERÍODO DE REALIZAÇÃO Ano Letivo de 2010
BRICAR. V. Int. Divertir-se; entreter-se; dizer ou fazer algo por brincadeira; tremer; oscilar; agitar-se; mexer; ocupar-se; tomar parte em...; enfeitar; ornamentar; dizer ou fazer por brincadeira; coisa feita com muito primor; brincar sem maior esforço como quem não quer...
“Ao educador não é permitida a acomodação ou a certeza de que domina todos os conhecimentos, de que está tudo pronto e acabado. Pelo contrário, é necessária a humildade do aprendiz e a disposição para mudar, voltar atrás, recomeçar sempre...” (Yamamura)
I. JUSTIFICATIVA
1º - Por que ensinar o gosto pela ARTE? Seja ela ler e escrever; desenhar; poetar; cantar ou dançar etc.
O aluno não quer somente o caderno sobre a carteira e um olhar sobre a lousa sempre cheia. Ele tem pressa de participar da vida, movimentar-se.
2º -Qual a perspectiva desse projeto numa escola com tanta diversidade?
Movimentar o discente em qualquer período, seja manhã ou tarde. Desse modo ele pode conhecer e trabalhar com habilidades e competências que venham a favorecer a sua autoestima. Podemos dizer que a nossa intenção é resgatar o aluno escritor como também o artista adormecido dentro de cada um desses jovens da Escola Pública .
3º - Qual a contribuição desse projeto para os alunos?
Fazer valer o Projeto de Democratização das Escolas; Projeto de Inclusão Social, e principalmente o Projeto da Proposta Curricular do Estado de São Paulo.”A escola que aprende, o currículo como espaço de cultura, as competências como eixo de aprendizagem; a prioridade da competência de leitura e escrita, a articulação das competências para aprender e a contextualizar no mundo do trabalho”.
4º - As competências como referência; modos de ser, raciocinar, interagir. A interação entre alunos de outras séries; professores engajados “comunidade aprendente”.
5º - Trabalhar as linguagens nos seus sistemas simbólicos, códigos que se multiplicam, pois os meios de comunicação estão repletos de gráficos, desenhos, fotografias, como também os diversos gêneros sejam esses por meio da escrita, da charge e do desenho.
6º - Trabalhar em grupo e poder unir numa mesma Antologia a produção textual no gênero crônica, por exemplo, de todas as séries em um único CD ou caderno; e também faremos outros cadernos no gênero Poemas; Letras de Música; Desenhos; Artigos; fotografia; charge; quadrinhos; peças de teatro. Haverá também o caderno de pesquisas. Em todos os trabalhos deverá constar a biografia de cada aluno com foto.
III OBJETIVOS GERAIS
1. Este projeto tem por objetivo desenvolver as competências e habilidades do aluno bem como o desenvolvimento da norma culta da Língua Portuguesa assim como a sua capacidade criadora;
2. As atividades aqui mencionadas serão realizadas dentro ou fora da sala de aula, como no pátio da escola caso haja alguma apresentação do resultado final dos trabalhos.
3. Para a autonomia do discente é necessário antes de tudo formar um leitor; portanto, valorizar o conhecimento do mundo como forma única de evolução do homem é uma meta urgente se quisermos o melhor para os nossos alunos;
4. Resgatar a descrença do aluno da escola pública com relação ao seu futuro. O que podemos esperar da nova escola?
5. Aprender de formar disciplinar a lidar com os computadores como uma máquina facilitadora na estética do produto final de cada gênero;
6. Conhecer os diversos gêneros e trabalhar dentro deles uma ou mais tipologia, técnicas de redação etc.
7. Conviver na comunidade aprendente e comunicar-se;
8. Abraçar a ética e a disciplina como forma de amenizar a violência nos centros urbanos;
9. Investigar e intervir em situações reais e abraçar a vida com sensibilidade, alegria, emoção e muito amor;
10. Acreditar na força dos homens quando LIBERDADE é uma palavra usada e escrita na forma de ações recheadas de entusiasmo pelos jovens ante a tecnologia do mundo globalizado.
V. RECURSOS MATERIAIS
Sala de aula, sala de informática, caderno espiral, caderno de desenho, giz, lousa, computador; dicionário, som; câmera digital, figurino (caso tenha alguma apresentação teatral, CD, xérox dos trabalhos, encadernação.
VI. RECURSOS HUMANOS
Alunos e professores engajados; coordenação; direção.
VII. METODOLOGIA
Cooperar com o grupo de professores engajados;
Aula expositiva com textos nos diversos gêneros;
Leitura e ensaios;
Escolha de temas;
Trabalhar as tipologias;
Reescrever, reelaborar as atividades quando necessário;
Reinventar;
“...O necessário é fazer da escola uma comunidade de escritores que produzem seus próprios textos para mostrar suas idéias, para informar sobre fatos que os destinatários necessitam ou devem conhecer para incitar seus leitores...) [Delia Lerner, Ler e Escrever na Escola, o real, o possível e o necessário.]
VIII. CRONOGRAMA
Calendário Escolar ano 2010
PARTE IX– Considerações Finais
Este projeto foi uma ação de planejamento visando às novas tendências educacionais com objetivos de tornar a educação brasileira uma realidade de primeiro mundo. Embora saibamos que ainda temos um árduo caminho a percorrer, nada temos a perder caso a tentativa da realização desse projeto interdisciplinar tenha sido vã.
Na verdade, o nosso objetivo educacional é fazer rolar as pedras que por ventura estejam presas ao solo da acomodação.
X. BIBLIOGRAFIA
Proposta Curricular do Estado de São Paulo;
LERNER, Delia.Ler e Escrever na escola o real, o possível e o necessário, Artemed 2002. Porto Alegre.
Parâmetros Curriculares Nacionais de Língua Portuguesa, volume 2
Proença Filho, Domicílio. A Linguagem Literária. 6 ed., Editora Ática, 1997.
Lajolo, Marisa. O Que É Literatura. 17 ed., Editora Brasiliense, 1995.
De Sá, Jorge. A Crônica. 6 ed., Editora Ática, 1999.
Nóvoa, Antonio. As Organizações Escolares em Análise. Publicações Dom Quixote, 1995
Masetto, Tarcísio. Didática: A Aula Como Centro. Editora FTD.
domingo, 21 de agosto de 2011
Educação Século XXI
_A_Virada _Educacional_no_Século XXI
Por Gelza Reis Cristo
Planejar é essencial nas práticas pedagógicas. Hoje o professor planeja mais para renascer como novos professores do século XXI. De repente as novas aulas não se encaixavam as novas ferramentas do mundo pós-moderno. E as mudanças são tão rápidas que por vezes ficamos perdidos num oceano de teorias e práticas educacionais.
“O livro didático é a maior fonte da história da educação. É a imagem da escola e da sociedade que o escreve, ele é o suporte.” (ESCOLANO, 2001, 172-3) citado por apud, conforme Razzini no seu texto História da Língua Portuguesa. Durante muitas décadas o professor trabalhou com os livros, lousa e giz. Hoje ele está diante de inúmeros desafios como vimos até agora nas discussões dos Fóruns da pós-graduação on-line da UNICAMP (Universidade de Campinas-SP). As novas ferramentas da Educação estão inovando as práticas pedagógicas. Falamos sobre as novas ferramentas educacionais do século XXI e deixamos explícito o perfil dos novos educadores: somos uma sociedade de aprendentes, e quando oferecemos a nossa didática e interagimos com os nossos discentes aprendemos muito com eles. Por isso somos levados a buscar novas estratégias de ensino para tornar as novas aulas interessantes. Por tudo isso também o mestre, que hoje é um mediador, almeja discentes acordados para o seu desenvolvimento pessoal. Como formar um aluno autônomo, leitor e escritor crítico, se este sequer lê um livro e nem pensa em reagir diante de nosso incentivo? O grande entrave continua sendo uma escola desestruturada e professores despreparados; ou seja, sem uma manutenção constante (semanal) de todas as ferramentas que envolvem as novas multimídias. Devemos ser criativos, verdadeiros artistas, o suficiente para despertar aos nossos alunos uma competitividade para atuarem no mercado de trabalho.
Notamos claramente durante nossos estudos que os professores desejam verdades e não engodos nas declarações dos governantes, e que são constantes na mídia televisiva. Houve uma ironia entrelinhas.
“Quais foram às mudanças que a última década do século XXI nos trouxe?”
O maior desafio segundo a declaração de Jomtiem, (Tailândia, 09 de março de 1990) é fazer o aluno aprender de fato os conhecimentos úteis, habilidades de raciocínio, aptidões e valores.
Que impacto essas mudanças globais trazem para os letramentos, a educação e o ensino de Língua Portuguesa? Tudo começou com a queda do Muro de Berlin e o fim da Guerra Fria no dia 09 de novembro de 1989. Nesse momento o globo ficou dividido em dois blocos: capitalista e comunista por isso houve o avanço da globalização. Vimos que em 2008, a EU criou o QEQ (quadro europeu de qualificações denominado processo de Copenhagen). Nele 32 países da EU debatem questões sobre o ensino e as profissões procurando criar um sistema europeu de transferência de créditos para a formação de profissionais. São os efeitos rematados das políticas educativas na era da globalização, cujos conceitos-chave são as competências e habilidades que terão impactos nos nossos atuais referenciais e propostas educacionais.
A globalização dos anos 90 também investiu muito em tecnologias e ferramentas que permitissem a otimização de seu funcionamento. Com a expansão dos produtos tecnológicos, estes baratearam permitindo assim maior democratização facilitando a interação com outras mídias: a indústria cinematográfica; (MP4, vídeos), a fonográfica; (MP3, CEDs, DVDs), a telefonia celular, o rádio e a TV. Essas multi e hipermídias teem lugar reservado em todos os lares.
Com tudo esse avanço tecnológico, em meio a tantas mudanças, os nossos governantes assumiram a renovação da nossa velha LDB. Até 1996 esta era a Lei 5.692/71. Feita a reforma foi promulgada em 20 de dezembro de 1996 ficando a nova LDB- Lei 9394/96- afirmando a universalização do Ensino Fundamental I e II e também para o Ensino Médio. Educação Básica pública gratuita e obrigatória.
Portanto, trabalhar para a universalização do ensino é dever, doravante, de todos os professores do Ensino Básico. Estamos diante de uma razão mundial que é a globalização, o avanço das TICs, pois com o acesso da informática, a maioria da população pobre diminuindo, como também o avanço da pobreza e da exclusão social.
Por Gelza Reis Cristo
Planejar é essencial nas práticas pedagógicas. Hoje o professor planeja mais para renascer como novos professores do século XXI. De repente as novas aulas não se encaixavam as novas ferramentas do mundo pós-moderno. E as mudanças são tão rápidas que por vezes ficamos perdidos num oceano de teorias e práticas educacionais.
“O livro didático é a maior fonte da história da educação. É a imagem da escola e da sociedade que o escreve, ele é o suporte.” (ESCOLANO, 2001, 172-3) citado por apud, conforme Razzini no seu texto História da Língua Portuguesa. Durante muitas décadas o professor trabalhou com os livros, lousa e giz. Hoje ele está diante de inúmeros desafios como vimos até agora nas discussões dos Fóruns da pós-graduação on-line da UNICAMP (Universidade de Campinas-SP). As novas ferramentas da Educação estão inovando as práticas pedagógicas. Falamos sobre as novas ferramentas educacionais do século XXI e deixamos explícito o perfil dos novos educadores: somos uma sociedade de aprendentes, e quando oferecemos a nossa didática e interagimos com os nossos discentes aprendemos muito com eles. Por isso somos levados a buscar novas estratégias de ensino para tornar as novas aulas interessantes. Por tudo isso também o mestre, que hoje é um mediador, almeja discentes acordados para o seu desenvolvimento pessoal. Como formar um aluno autônomo, leitor e escritor crítico, se este sequer lê um livro e nem pensa em reagir diante de nosso incentivo? O grande entrave continua sendo uma escola desestruturada e professores despreparados; ou seja, sem uma manutenção constante (semanal) de todas as ferramentas que envolvem as novas multimídias. Devemos ser criativos, verdadeiros artistas, o suficiente para despertar aos nossos alunos uma competitividade para atuarem no mercado de trabalho.
Notamos claramente durante nossos estudos que os professores desejam verdades e não engodos nas declarações dos governantes, e que são constantes na mídia televisiva. Houve uma ironia entrelinhas.
“Quais foram às mudanças que a última década do século XXI nos trouxe?”
O maior desafio segundo a declaração de Jomtiem, (Tailândia, 09 de março de 1990) é fazer o aluno aprender de fato os conhecimentos úteis, habilidades de raciocínio, aptidões e valores.
Que impacto essas mudanças globais trazem para os letramentos, a educação e o ensino de Língua Portuguesa? Tudo começou com a queda do Muro de Berlin e o fim da Guerra Fria no dia 09 de novembro de 1989. Nesse momento o globo ficou dividido em dois blocos: capitalista e comunista por isso houve o avanço da globalização. Vimos que em 2008, a EU criou o QEQ (quadro europeu de qualificações denominado processo de Copenhagen). Nele 32 países da EU debatem questões sobre o ensino e as profissões procurando criar um sistema europeu de transferência de créditos para a formação de profissionais. São os efeitos rematados das políticas educativas na era da globalização, cujos conceitos-chave são as competências e habilidades que terão impactos nos nossos atuais referenciais e propostas educacionais.
A globalização dos anos 90 também investiu muito em tecnologias e ferramentas que permitissem a otimização de seu funcionamento. Com a expansão dos produtos tecnológicos, estes baratearam permitindo assim maior democratização facilitando a interação com outras mídias: a indústria cinematográfica; (MP4, vídeos), a fonográfica; (MP3, CEDs, DVDs), a telefonia celular, o rádio e a TV. Essas multi e hipermídias teem lugar reservado em todos os lares.
Com tudo esse avanço tecnológico, em meio a tantas mudanças, os nossos governantes assumiram a renovação da nossa velha LDB. Até 1996 esta era a Lei 5.692/71. Feita a reforma foi promulgada em 20 de dezembro de 1996 ficando a nova LDB- Lei 9394/96- afirmando a universalização do Ensino Fundamental I e II e também para o Ensino Médio. Educação Básica pública gratuita e obrigatória.
Portanto, trabalhar para a universalização do ensino é dever, doravante, de todos os professores do Ensino Básico. Estamos diante de uma razão mundial que é a globalização, o avanço das TICs, pois com o acesso da informática, a maioria da população pobre diminuindo, como também o avanço da pobreza e da exclusão social.
sábado, 13 de agosto de 2011
Bolo de Morango com Chantilly
Veja a receita bem explicada no site www.gelzart.com.br
Bibliografia.
CRISTO, Gelza Reis. A Cozinheira Nômade: as mãos que balançam o grama. 1.edição, p.180 – São Paulo: Edicon, 2008.
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